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Penhora de automóveis tem novo sistema de apreensão “em tempo real”

O sistema de penhoras da Direcção Geral dos Impostos (DGCI) tem uma nova plataforma para facilitar a apreensão de veículos penhorados aos proprietários com dívidas em execução fiscal. A partir de agora, a PSP e a GNR passarão a saber em tempo real quais os veículos a remover das ruas.

A gestão da informação entre a DGCI, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) vai ser feita via electrónica, permitindo às forças policiais conhecer a lista dos veículos que devem remover, o local para onde deverão ser levados e onde serão posteriormente leiloados.

Embora seja uma situação de “recurso de última instância”, o sistema vai permitir que, num mês, a Direcção Geral dos Impostos possa efectuar a penhora, o registo e a venda do veículo apreendido, explica o Ministério das Finanças em comunicado.

Caso os devedores da lista cumpram o pagamento entretanto, o sistema comunica o cancelamento do pedido de apreensão “imediatamente e em tempo real”, segundo asseguram as Finanças.

No caso da apreensão, logo que o automóvel seja detectado na via pública é levado pelas forças da PSP, da GNR ou de outras entidades reconhecidas pelas autoridades para o efeito. Antes de ir a leilão, será ainda dada possibilidade aos devedores de efectuarem o pagamento dos montantes em dívida. Nessa circunstância, o veículo é libertado.

A medida dirige-se “em especial” aos devedores que possuem “património ou rendimentos suficientes” para pagar as dívidas, mas que “persistem em não regularizar a sua situação tributária”.

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FONTE: PUBLICO
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Apreensão de documentos por suspeita de ilícitos fiscais

Ministério das Finanças e da Administração Pública
COMUNICADO DE IMPRENSA

Equipas da Direcção Geral dos Impostos, pertencentes à Direcção de Finanças de Lisboa, em articulação com a Guarda Nacional Republicana (GNR) e elementos da Direcção Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros (DGITA) levaram, na última semana, a efeito mais uma operação de apreensão de documentação contabilística ligada à suspeita da prática de ilícitos fiscais por sociedades, cuja actividade se desenvolve no sector das sucatas.

A operação, levada a cabo com a coordenação funcional do Ministério Público da 3ª Secção do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, decorreu em seis locais de diferentes distritos, onde foram realizadas buscas com vista à apreensão de documentação falsa.

Os alvos são relativos a empresa simultaneamente emitente e utilizadora de facturação falsa, encontrando-se igualmente envolvidos na actividade fraudulenta, cerca de 68 sociedades e empresários em nome individual.

De acordo com os dados apurados, estima-se que o volume de facturação falsa em causa ascenda a mais de 7 milhões de euros.

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FONTE: MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
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